Quais alimentos são ricos em ácido fólico?

Embora os mais conhecidos por terem ácido fólico sejam os vegetais de folhas verdes, para obtê-lo também podemos recorrer às frutas cítricas, lentilhas, brócolis ou frutos secos. Mas, lembre-se, será sempre melhor que os consumamos todos crus!

Foto: Reprodução/site.

A maioria das pessoas conhece o ácido fólico por sua recomendação para mulheres grávidas. No entanto, a verdade é que todos devemos incluir esse nutriente em nossa dieta habitual para termos uma boa qualidade de vida. Mas, para isso, precisamos antes conhecer quais são os alimentos mais ricos neste nutriente.

Embora atualmente esteja disponível em suplementos e produtos industriais, existem várias maneiras de consumi-lo de maneira 100% natural. Portanto, em seguida, queremos compartilhar os alimentos que fornecem ácido fólico e que você pode usar em suas receitas favoritas. Vem com a gente!

O que é o ácido fólico?

A primeira coisa que você precisa saber é do que se trata esse nutriente. É uma vitamina, especificamente a vitamina B9, que está envolvida na formação de hemoglobina e células, com um papel ativo na medula óssea. Portanto, é um complemento essencial para combater a anemia.

Dentre suas fontes alimentares, o encontramos em vegetais de folhas verdes, levedura de cerveja, legumes, frutos secos e grãos integrais. No entanto, muitas vezes o perdemos quando submetemos suas fontes a métodos de cozimento. Portanto, às vezes é difícil absorver a dose que o corpo precisa. Seu consumo durante a gravidez é decisivo para evitar deformações da placenta, anemia ou malformações no feto.

A dose mínima recomendada desse importante nutriente é de 100 mcg para homens e 180 mcg para mulheres por dia. No caso de mulheres que desejam engravidar, o valor dobra alguns meses antes.

Para que serve o ácido fólico?

Uma absorção adequada de ácido fólico pode servir para:

  • Ajudar na saúde celular: por exemplo, sintetizar DNA, formar proteínas complexas, curar feridas, manter as células saudáveis, o crescimento adequado do corpo.
  • Promover o desenvolvimento do feto: especialmente na coluna vertebral, no coração, no cérebro e no sistema nervoso.
  • Aumentar a fertilidade feminina: estudos mostraram que mulheres que consomem ácido fólico antes da concepção aumentam suas chances de engravidar, começando três meses antes.
  • Favorecer a formação de glóbulos vermelhos: evitando a anemia, mas também outras doenças relacionadas à quantidade de glóbulos vermelhos no sangue.
  • Melhorar a saúde do coração: neutraliza muitas doenças cardíacas, além de ajudar no tratamento da má circulação e na prevenção de ataques cardíacos.
  • Prevenir a depressão: pessoas com transtornos depressivos têm níveis muito baixos desse nutriente mas, ele, em doses adequadas, ajuda a melhorar o humor.
  • Atrasar a velhice precoce: e também algumas doenças neurodegenerativas se a dose diária indicada for consumida.

Alimentos ricos em ácido fólico

O mais proeminente é o espinafre, que fornece 63% dos valores que precisamos diariamente desse nutriente. Em segundo lugar, estão a acelga e, em terceiro lugar, a alface.

Leguminosas

Especialmente lentilhas e feijões são ricos nessa vitamina. As mulheres grávidas devem consumir esses alimentos semanalmente. Meia xícara de lentilha fornece 50% do ácido fólico necessário durante o período de gestação. Eles também são bons para combater a anemia devido ao seu teor de ferro.

Aspargos
São muitos os benefícios que contribuem para a saúde, principalmente em relação ao ácido fólico: mais de 60% da dose por xícara. Eles também são diuréticos por excelência, sendo recomendados em casos de retenção de líquidos e infecções urinárias.

Brócolis

Uma xícara desse vegetal fornece muito ácido fólico, mas também cálcio, fibras e vitamina C. Por isso, ele deve ser incluído na dieta sem dúvida.

Cítricos
Especialmente laranjas, mas também papaias e morangos. A contribuição é intermediária, mas se você os combinar com outros alimentos, eles podem ser úteis, especialmente se consumidos no café da manhã.

Abacate
É rico em fibras, ácidos graxos e ácido fólico. Uma xícara dessa fruta nos dá aproximadamente 30% do que precisamos diariamente.

Você costuma fornecer ácido fólico ao seu organismo através da alimentação? Se você não tiver certeza, enriqueça sua dieta diária com esses alimentos. Além disso, se estiver grávida ou em processo, verifique com seu médico as recomendações necessárias desse nutriente sensacional!

 

 

Fonte: Melhor com Saúde

Beber chá 3 vezes por semana reduz em 56% os riscos de doença cardíaca e derrames fatais, indica pesquisa

Resultados positivos são mais acentuados no consumo do chá verde, rico em polifenóis.

 

Beber chá verde ao menos três vezes por semana reduz em 20% os riscos de doença cardíaca e acidente vascular cerebral. — Foto: Divulgação

Beber chá ao menos três vezes por semana reduz em 56% os riscos de doença cardíaca e derrames fatais, em 39% os riscos de doença cardíaca e derrames e em 29% os riscos de morte por outras causas, indica uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (9) no periódico “European Journal of Preventive Cardiology”, da Sociedade Europeia de Cardiologia.

“O consumo habitual de chá está associado a menores riscos de doenças cardiovasculares e morte por todas as causas”, afirmou o líder do estudo Xinyan Wang, pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Médicas, de Pequim, na China.

Na análise por tipo de chá, foi observado que o consumo de chá verde – rica fonte de polifenóis – estava associado a riscos aproximadamente 25% mais baixos de doenças cardíacas e derrames incidentes, doenças cardíacas e derrames fatais e morte por outras causas.

“Estudos sugeriram que os principais compostos bioativos do chá, os polifenóis, não ficam armazenados no corpo por muito tempo. Por isso, a infestão frequente é necessária para ter um efeito cardioprotetor”, afirma outro autor do estudo, Dongfeng Gu, da Academia Chinesa de Ciências Médicas.

A pesquisa acompanha 100 mil pessoas, sem histórico de ataque cardíaco, câncer ou derrame. Alguns grupos têm sido monitorados há sete anos, outros há mais de oito anos. Os participantes foram separados em dois subgrupos: os que bebem chá habitualmente (três ou mais vezes por semana) e os que nunca tomam ou tomam com pouca frequência (menos de três vezes por semana).

Os resultados referentes ao chá verde podem estar relacionados à preferência da população chinesa por esta bebida – 49% dos usuários habituais de chá preferiam este tipo de bebida. Em relação a outros tipos de chá, não há amostra significativa para uma análise estatística.

Segundo os autores, outros estudos randomizados são necessários para confirmar os resultados e orientar as diretrizes alimentares.

Fonte: Portal de Notícias G1

Alteração da urina: aspectos a serem considerados

São várias as alterações que a urina pode sofrer. Não hesite em consultar seu médico caso sofra algumas delas.

 

A urina é um líquido formado nos rins logo após este ter filtrado os resíduos orgânicos e o excesso de água do corpo. Desde os rins sai pelos ureteres, um para cada rim, até a bexiga, local que é armazenada.

Normalmente, é composta por cerca de 96% de água e a quantidade restante de substâncias dissolvidas nela como a ureia, ácido úrico, creatinina, cloretos, etc. Todos estes componentes devem ser avaliados quando se tem uma alteração da urina.

Desde a bexiga, é expulsa para o exterior pela uretra. A bexiga é um órgão que, caso funcione normalmente, pode chegar a armazenar até 170-180 cc de urina em 3-5 horas.

Alterações da urina: diferentes aspectos

Alteração da urina por problemas na saída

Exame de urina. Foto: Reprodução

 

Os cálculos renais são um dos principais problemas que alteram a saída da urina.

A saída da urina pode estar alterada por uma série de fatores ou doenças. Por exemplo, pode estar obstruída, geralmente, por cálculos, mas também pode estar obstruída por diferentes tumores. Estas alterações não permitem que a bexiga se esvazie completamente.

Contudo, as complicações na saída da urina também podem ocorrer por doenças nos rins, principalmente quando o paciente sofre com insuficiência renal.

Também são problemas obstrutivos que interrompem a correta saída de urina as infecções no sistema urinário ou problemas no controle da bexiga, como a bexiga hiperativa ou a incontinência e a hipertrofia de próstata nos homens.

Alterações da urina por mudanças na composição

Como vimos anteriormente, a urina está composta principalmente por água, mas também contém outra série de elementos. Estes componentes podem estar aumentados ou reduzidos e indicarão que algo no organismo não está funcionando corretamente.

Por isso, nas análises de urina poderão ser medidos para ajudar a estabelecer um bom diagnóstico de algumas doenças. Entre as principais alterações dos componentes da urina podemos indicar:

  • Proteinúria: a urina tem os níveis de proteínas elevados. Pode ser sinal da presença de doenças como a diabetes, certas intoxicações, glomerulonefrite ou infecções de urina.
  • Glicosúria: é a presença de glicose na urina. Costuma ser indicativo de pacientes com a diabetes mal controlada e de algumas doenças renais.
  • Piúria: é a presença de pus na urina.
  • Hematúria: pode acontecer nas infecções urinárias, em cálculos ou em cânceres do aparelho urinário. Consiste na presença de sangue na urina.
  • Bacteriúria: pode ser sinal de infecção no aparelho ou nas vias urinárias. É a presença de bactérias na urina.

Alteração da urina por variações na quantidade

A quantidade expulsada de urina também pode variar. No caso em que não se produz nada, denomina-se anúria. Pelo contrário, caso tenha vontade de urinar ou a quantidade de urina aumentada, esta situação se denominará poliúria.

Outra alteração que pode aparecer é a oligúria. Nesse caso, nota-se que a quantidade de urina se reduz notavelmente a cada 24 horas. Também é bom mencionar a retenção de urina, que consiste na impossibilidade de eliminar a urina acumulada na bexiga.

Por fim, a incontinência de urina é a falta de controle sobre a emissão da mesma. Nesse caso, é difícil controlar a quantidade que é expulsa.

 

Alterações da urina por mudanças na cor

A cor normal da urina é amarela ou amarela clara. As alterações da urina com relação a sua cor mais comuns são, por exemplo:

  • Amarelo escuro costuma ser sinal de desidratação.
  • Laranja pode ser devido à ingestão exagerada de alimentos ricos em betacarotenos; bem como a certos medicamentos.
  • Vermelho ou rosa costuma ser pela presença de sangue na urina e, como explicamos anteriormente, aparece na situação de hematúria.
  • Roxa costuma aparecer em pacientes com uma sonda vesical devido à transformação de alguns pigmentos pelas bactérias que se encontram no tubo da sonda.
  • Esbranquiçada, também conhecida como albuminúria. Pode ser provocada pela presença de uma infecção urinária severa ou por uma fístula linfática, especialmente nos casos de neoplasia ou traumatismo abdominal.

Por fim, caso a cor tenha mudado durante mais de 3 dias, recomendamos procurar um médico. Esse realizará uma análise para diagnosticar o problema que causa a alteração. Além disso, é aconselhado submeter-se a um check-up caso apresente sintomas de alteração da urina.

 

Fonte: Melhor com Saúde

Por que o diabetes descontrolado compromete a saúde dos ossos

Estudo brasileiro busca entender como taxas elevadas de açúcar no sangue favorecem fraturas — mesmo se a densitometria óssea não detectar alterações

O excesso de glicose no sangue compromete a saúde óssea. (Ilustração: Sebastian Kaulitzki/Getty Images)

Pessoas com diabetes tipo 2 têm mais fraturas, mas não costumam apresentar alterações no exame de densitometria óssea, que avalia a saúde do esqueleto. Eis que um estudo acaba de apontar uma possível resposta para esse enigma.

O trabalho, realizado pela Fundação Pró Renal em parceria com o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná, analisou a glicemia e amostras de osso coletadas em biópsia de 26 mulheres na pré-menopausa, diagnosticadas há pelo menos nove anos com diabetes tipo 2.

As voluntárias que tinham o pior controle glicêmico expressavam índices menores de formação óssea. Outras alterações estruturais detectadas sugerem que o excesso de açúcar no sangue abala a função de células envolvidas na manutenção do esqueleto. Ocorre que essas disfunções não aparecem nos exames tradicionais, embora facilitem as lesões.

E mais: a presença de complicações crônicas do diabetes, como retinopatia ou nefropatia, estava associada a um índice ainda maior de fraturas. Isso, no entanto, provavelmente sinaliza que a enfermidade, conforme progride, prejudica diferentes partes do corpo — inclusive a ossatura.

Trata-se do primeiro estudo a verificar a qualidade do osso diabético por meio da histomorfometria óssea, uma avaliação celular minuciosa do tecido. Os achados, resultados do doutorado do endocrinologista paranaense Vicente Andrade, foram publicados no periódico científico The Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism.

O diabetes e a saúde dos ossos

Recentemente, a osteoporose foi oficializada como uma possível complicação do diabetes tipo 2. Mas o fato da densidade óssea se manter estável entre os pacientes intriga os cientistas.

“A pesquisa proporcionou um maior entendimento do que ocorre no osso do portador da doença”, disse, em comunicado, a endocrinologista Carolina Aguiar Moreira, membro da Fundação Pró-Renal que assina o artigo.

Não se sabe exatamente por que a glicemia alta provoca aquelas alterações no esqueleto, porém o estudo cita hipóteses já aventadas no passado. Pode ser que danos nos vasos sanguíneos que abastecem os ossos provocados pelo excesso de glicose deixam essas estruturas desnutridas. Também é plausível que o acúmulo de um tipo de molécula chamada “produto final de glicação avançada” (ou AGE, na sigla em inglês) esteja por trás dessa consequência.

De qualquer forma, os autores ressaltam que a saúde óssea de quem tem diabetes deve ser acompanhada de perto no consultório. “É importante os médicos saberem que, além das complicações clássicas, a glicemia não controlado predispõe a fraturas”, ressaltou Carolina.

Fonte: Saúde / Editora abril

Varizes pioram com as altas temperaturas do verão

Formigamentos recorrentes podem indicar doenças e exigem um olhar médico. (Foto: Luiz Carlos Lhacer/SAÚDE é Vital)

 

As varizes não ganham destaque no verão só porque essa é a estação dos shorts, das saias e dos vestidos. O próprio calor pode agravar o quadro e os sintomas, como dores, ardência, inchaço – não, esse problema não é meramente estético.

As varizes não ganham destaque no verão só porque essa é a estação dos shorts, das saias e dos vestidos. O próprio calor pode agravar o quadro e os sintomas, como dores, ardência, inchaço – não, esse problema não é meramente estético.

E o tratamento?

Ele melhorou muito. Hoje em dia, há uma tendência para opções menos invasivas, dependendo do quadro.

“Para lidar com os sintomas, temos medicamentos novos e seguros”, comemora Mendes Pinto. “E, para liquidar as veias varicosas, recorremos a tratamentos como o laser e a espuma, entre outros”, completa.

Só quando as veias defeituosas são grandes que a cirurgia de fato é inevitável. Mas ela também é bastante segura e eficaz.

Fonte: Saúde / Editora Abril

Trombose: dá para prevenir

A trombose é mais comum do que se imagina (Foto: Deborah Maxx/SAÚDE é Vital)

 

A trombose venosa profunda (conhecida pela sigla TVP) é caracterizada por uma coagulação mais intensa e propícia a gerar uma massa sólida de sangue – e isso dificulta o retorno venoso ao coração. Ela tende a atingir as pernas e, entre outras coisas, provocar dor (foi o que aconteceu com a atriz Susana Vieira). Mas o perigo mesmo é quando os chamados trombos viajam pelo corpo e se instalam nos pulmões, causando a embolia pulmonar – quadro que pode ser fatal.

Uma campanha da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular (SBACV) busca divulgar o Checkup Vascular, que, entre outras coisas, avalia o risco de uma pessoa vir a ter a temida trombose. Embora não existam números oficias, estimativas dão conta de que, no Brasil, acontecem aproximadamente 400 mil casos ao ano.

“Caso o paciente seja identificado com alto risco para a doença tromboembólica, deve ser orientado a procurar um angiologista ou cirurgião vascular, que irá determinar as medidas cabíveis para a prevenção primária ou secundária do problema”, explica Marcos Arêas Marques, angiologista e membro do conselho científico da SBACV.

egundo o médico, esse checkup é especialmente indicado às pessoas que já passaram por algum evento desse tipo ou que tenham familiares com histórico da doença. Ou seja, não há idade mais adequada para realizar os exames. “Fora isso, deve ser feito em toda a situação em que houver aumento de risco para o quadro, como ocorrência de cirurgias, gestação ou início de terapia de reposição hormonal e anticoncepção”, aponta.

Por falar em contracepção, o expert confirma que a relação entre pílulas anticoncepcionais e trombose existe, sim. Mas a probabilidade de encarar o perigo varia de acordo com as propriedades do medicamento (como hormônio usado, dosagem e via de administração) e, claro, as características da paciente. “O maior risco é observado entre mulheres com mais de 35 anos, com elevado índice de massa corporal e tabagistas”, acrescenta. “O que deve ficar bem claro é que, como qualquer outro medicamento, se o anticoncepcional for prescrito por um médico após avaliação e exame físico, pode ser considerado seguro e efetivo”, afirma Arêas.

E há novidades no tratamento da trombose. O presidente da SBACV, Ivanésio Merlo, conta que novos anticoagulantes orais foram apresentados no último congresso da International Society on Thrombosis and Haemostasi, na França. Eles permitem o tratamento ambulatorial da doença. “Com isso, possibilitam a ‘desospitalização’, dando liberdade ao paciente”, diz o especialista.

O risco para desenvolver a trombose é maior nas seguintes situações:

– Uso de medicações, como contraceptivos orais, quimioterápicos e tratamentos hormonais
– Obesidade
– Presença de varizes nas pernas
– Gravidez
– Pós-parto
– Câncer
– AVC (Acidente Vascular Cerebral)
– Traumatismos, principalmente nas extremidades inferiores (risco de TVP por volta de 70% )
– Doenças crônicas, como insuficiência cardíaca e doenças pulmonares crônicas
– Doenças agudas, como infarto do miocárdio, e infecções, como pneumonia
– Fraturas ósseas

Atitudes para prevenir a trombose:

– Manter-se no peso
– Não fumar
– Ter uma alimentação balanceada
– Não ficar muito tempo imobilizado
– Praticar atividades físicas
– Após uma cirurgia, voltar rapidamente a se movimentar
– Usar meias elásticas e medicamentos, quando indicado pelo cirurgião vascular/angiologista

 

 

Fonte: Saúde / Editora Abril

Colesterol alto em adultos jovens já aumentaria risco de infarto e AVC

O controle do colesterol deve ser uma preocupação desde cedo na vida

 

O colesterol não é uma preocupação só para os mais velhos. Pelo contrário. Níveis altos antes dos 45 anos de idade aumentam especialmente o risco de infarto ou acidente vascular cerebral (AVC) aos 75. É o que indica o maior estudo a longo prazo feito sobre o tema, publicado recentemente no periódico The Lancet.

Conduzida por mais de 40 pesquisadores, a investigação chafurdou dados de quase 400 mil pessoas de 19 países diferentes. Elas foram seguidas por até 43 anos.

O trabalho avaliou os níveis de colesterol não-HDL dos participantes. Para quem não sabe, o HDL é tido como a versão boa dessa molécula. Logo, os experts focaram nas porções ruins do colesterol (entre elas o LDL).

Baseado em um modelo matemático, eles então calcularam o risco de o colesterol alto ao longo da vida provocar, aos 75 anos, panes cardíacas e AVC — mortais ou não. Para não confundir o resultado, foram considerados outros fatores que financiam esses problemas, como obesidade, tabagismo e pressão arterial.

Resultado: mulheres com menos de 45 anos que, além de outros dois fatores de risco cardíaco, apresentavam níveis acima do limite de colesterol não-HDL tinham uma probabilidade de 16% de sofrer um infarto ou derrame aos 75. A título de comparação, nas voluntárias de 60 anos com o mesmo perfil, a possibilidade era de 12%.

Nos homens, o risco foi de 29% nos mais jovens e 21% nos acima dos 60 anos. “Isso pode ocorrer por causa da exposição mais longa ao colesterol prejudicial”, comentou à imprensa Barbara Thorand, epidemiologista do Centro Alemão de Pesquisa de Saúde Ambiental, que participou do trabalho.

A partir dessas informações, os cientistas fizeram outra conta: o que ocorreria se esses participantes reduzissem o colesterol não-HDL pela metade? De acordo com os cálculos, o risco de encrencas cairia para 4% entre as mulheres com menos de 45 anos e para 6% nos homens da mesma faixa etária.

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Fonte: SAÚDE é Vital

Foto: Luiz Carlos Lhacer/SAÚDE é Vital

 

 

 

Evento de Atendimento Médico – 30 de novembro 2019

Prezados clientes e amigos,

O Hospital da Gamboa tem realizado um trabalho intenso oferecendo atendimento gratuito de alto padrão de qualidade. Um sábado a cada mês, o hospital abre suas instalações, para oferecer consultas gratuitas em diversas especialidades médicas que você necessita.

Novembro não foi diferente. No mês de combate ao cancêr de próstata, Novembro Azul, ficamos felizes com a oportunidade de oferecer atendimento e informação para a população.

Tivemos uma excelente palestra sobre o tema: “Pé Diabético: A doença e seus cuidados”, com a Dra. Gabriela Negrely.

Esse foi o último evento do ano de 2019. Fique atento aos anúncios em nossas redes sociais, para o próximo evento em 2020.

Atenção, as vagas são limitadas.
Informem-se pelo telefone: (21) 2206-1717

A Administração.

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Veja as fotos do evento, abaixo.

 

Novembro Azul: o câncer de próstata não é o único a afetar os homens

Não é só o câncer de próstata que acomete os homens. (Ilustração: André Moscatelli/SAÚDE é Vital)

 

O câncer representa o maior medo dos homens em relação à saúde, de acordo com o levantamento “Um Novo Olhar para a Saúde do Homem”, conduzido este ano com mais de 2 mil brasileiros de todas as regiões do país pela revista SAÚDE. Esse receio ainda reflete estigmas ligados à doença, que hoje tem grande chance de cura. Para isso, é importante obter o diagnóstico precoce, que só é possível com exames de rastreamento frequentes.

O câncer representa o maior medo dos homens em relação à saúde, de acordo com o levantamento “Um Novo Olhar para a Saúde do Homem”, conduzido este ano com mais de 2 mil brasileiros de todas as regiões do país pela revista SAÚDE. Esse receio ainda reflete estigmas ligados à doença, que hoje tem grande chance de cura. Para isso, é importante obter o diagnóstico precoce, que só é possível com exames de rastreamento frequentes.

Para o terceiro tumor mais incidente entre os homens, o colorretal, os sinais que devem servir de alerta são: alteração do hábito intestinal sem modificação significativa na dieta, sangramento nas fezes ou dor abdominal sustentada. Pessoas entre 50 e 75 anos, mesmo sem sintoma algum, precisam se submeter a uma colonoscopia de rastreamento pelo menos uma vez, já que esse teste se mostrou útil em diminuir a mortalidade pela doença.

Assim como o de cólon, o câncer de estômago — quarto mais frequente entre o sexo masculino — tem como principal fator de risco uma dieta não saudável. Exemplos: ingestão frequente de alimentos condimentados, defumados e embutidos e em altas temperaturas. Indícios como dor ou queimação na parte superior do abdômen, náuseas ou vômitos constantes carecem de uma avaliação médica.

Mas, claro, não podemos deixar de falar sobre o câncer de próstata (que reúne 32% dos casos). Para aumentar as chances de cura da doença, dependemos quase exclusivamente do diagnóstico precoce, que consiste na realização periódica de exame de sangue para dosagem de PSA e do toque retal. Essas duas medidas, juntas, ainda são consideradas a principal estratégia a ser adotada pelos homens a partir dos 50 anos (ou a partir dos 40, se houver histórico familiar da doença).

A maioria dos cânceres apresentam pouco ou nenhum sintoma nos estágios iniciais. Por conta disso, a realização de exames de rastreamento que possibilitam o diagnóstico precoce é importante. Quanto menor e menos disseminado o câncer, maiores as chances de cura.

O aprendizado que os homens devem levar de mais um Novembro Azul? É fundamental adotar hábitos saudáveis, ficar atento aos sinais que o corpo dá e seguir as recomendações médicas.

*Augusto Mota é oncologista e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica

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Fonte: SAÚDE é Vital

Ilustração: André Moscatelli/SAÚDE é Vital

Nozes e o coração

Eis aí um bom caminho de incluir gordura boa na sua dieta e uma ótima opção de lanche saudável para o seu dia a dia.

Digo isso baseado nas principais diretrizes nacionais e internacionais de prevenção cardiovascular, que recomendam o consumo de 30g de nozes ao dia, capazes de reduzir complicações cardiovasculares como infarto e AVC. Por isso, resolvi falar um pouquinho sobre alguns tipos de noz e os benefícios de incluí-las na sua dieta.

Algumas das mais fáceis de achar são as amêndoas, castanhas do Pará e as castanhas de caju. Mas você pode buscar outras, como pistache, macadâmia e noz inglesa.

Esse snack saudável é nutricionalmente rico e fonte de gordura boa (monoinsaturada e poliinsaturada), fibra e proteína, além de vitaminas e minerais, como folato, vitamina E, cálcio, magnésio e potássio.

A dose diária recomendada, de 30 g ao dia, é equivalente a um punhado nas mãos.

Isso oferece em torno de 5 a 8 g de proteína dependendo do tipo de noz, sendo que a macadâmia e a castanha do Pará têm menor quantidade.

Amendoim e amêndoas são as que têm maior teor de fibra, em torno de 2,4g em 30 g.

Essa mesma porção de amêndoa tem cerca de 70% da quantidade necessária por dia de vitamina E, além de ser boa fonte de cálcio por porção. As nozes inglesas dentre os tipos de nozes são as que apresentam maior fonte de ômega 3 vegetal, conhecido como ALA.

A castanha do Pará, além de possuir boas quantidades de magnésio, apresenta alta concentração de selênio, um mineral antioxidante, sendo que apenas 2 a 3 unidades fornecem 100% da quantidade necessária de selênio por dia.
Amendoim, mesmo que não seja uma noz, é uma opção mais barata e tem propriedades similares as nozes. Mas não aquele salgado ou o doce cheio de chocolate! Tente experimentar o natural, sem sabor e sem sal.
Apesar de altamente calórico, o consumo de 30g ao dia não engorda! Não tem grandes impactos no peso e é capaz de prevenir uma série de complicações crônicas como síndrome metabólica, hipertensão, reduz o colesterol, o risco de diabetes e previne contra doenças cardiovasculares.

Quer incluir um punhado de saúde na sua rotina?

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Escrito por: Dr. Felipe Manzano

Foto: freepik