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Planos de saúde deverão cobrir testes de Covid-19, decreta ANS

Resolução publicada no ‘Diário Oficial da União’ nesta segunda-feira, 29, torna obrigatória a inclusão de exames de anticorpos IgA, IgC ou IgM

 

Os exames sorológicos detectam a presença de anticorpos e indicam se já houve exposição ao vírus. Reprodução/Getty Images

 

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu na lista de coberturas obrigatórias dos planos de saúde o teste sorológico para o novo coronavírus. Os exames sorológicos detectam a presença de anticorpos do tipo IgA, IgG ou IgM no sangue do paciente e indicam se já houve infecção.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União, vale partir desta segunda-feira, 29, para planos de saúde nas segmentações ambulatorial, hospitalar (com ou sem obstetrícia) e referência quando o paciente apresentar ou tiver apresentado síndrome gripal ou síndrome respiratória aguda grave.

A síndrome gripal é caracterizada por febre, tosse, dor de garganta, coriza ou dificuldade respiratória. Já a síndrome respiratória aguda grave (Srag) é um quadro mais grave, cujos sintomas incluem dificuldade para respirar, pressão persistente no tórax e coloração azulada dos lábios ou rosto.

O teste do tipo RT-PCR, que detecta a presença no vírus no organismo e, portanto, uma infecção aguda, já estava incluído no rol de procedimentos obrigatórios da ANS desde 12 de março. A inclusão dos testes sorológicos foi tomada em cumprimento a uma decisão judicial.

Fonte: Veja

Máscaras caseiras: 11 erros comuns que favorecem o coronavírus

Descansar a máscara no queixo, ajeitá-la sem lavar as mãos e outros deslizes chegam a aumentar o risco de contrair o coronavírus

Ilustração: Laura Luduvig/SAÚDE é Vital

As máscaras faciais podem ajudam a evitar a disseminação do novo coronavírus (Sars-CoV-2), como reconhece o Ministério da Saúde. Só que elas precisam ser bem utilizadas para que a proteção realmente aconteça.

Em carta recentemente publicada pelo periódico British Medical Journal (BMJ), epidemiologistas do University College London, no Reino Unido, alertam para possíveis efeitos colaterais do uso inadequado do acessório.

Entre as principais “reações adversas” está a sensação de falsa segurança. É aquele sujeito que, ao vestir o item, acha que está completamente protegido e se descuida de outras medidas importantes de prevenção, como a lavagem constante das mãos.

Toques frequentes no rosto e nas máscaras e a proximidade com outras pessoas para escutar melhor uma conversa também foram ciladas destacadas pelos autores.

Esses problemas, como o texto explica, podem comprometer uma das principais estratégias empregadas na contenção da pandemia de Covid-19.

1) Tocar ou coçar o rosto enquanto está com a máscara

Está aí um dos deslizes mais comuns. “Naturalmente, já temos o impulso de tocar no rosto muitas vezes ao dia”, explica Raquel Muarrek, infectologista do Hospital São Luiz, em São Paulo.

O uso da máscara deveria ajudar a mudar esse hábito, mas não é tão simples assim. Quem nunca se pegou encostando na testa ou na sobrancelha enquanto estava de máscara? O problema é que o vírus pode estar na mão e ganhar, com a cutucadinha inocente, uma carona até o rosto.

Além disso, toques na máscara em si podem contaminar as mãos. Assunto para o próximo item.

2) Ajeitar a posição da máscara tocando no tecido sem lavar as mãos antes

Convenhamos que usar esse apetrecho não é coisa mais confortável do mundo. O ideal é evitar qualquer contato, porém, se precisar ajeitá-lo, não esqueça de lavar as mãos antes com água e sabão ou álcool em gel 70%. E busque encostar sempre na parte interna, porque o risco de contaminação ali é menor.

Se a higiene for impossível no momento, procure acertar o posicionamento da máscara tocando apenas nos elásticos. O mesmo vale para tirá-la.

3) Colocar a máscara no queixo

“Parece que há um efeito psicológico nas pessoas, que acham que estão protegidas quando usam a máscara nessa posição. Mas isso está errado”, alerta Raquel. Ora, o pescoço ou as roupas podem estar contaminados. Se ela depois for voltar para o rosto, já viu…

Caso precise tirá-la por poucos instantes para tomar água, por exemplo, é mais seguro deixá-la pendurada em uma das orelhas, na lateral do rosto.

Atenção: e não é para remover a máscara na hora de conversar! Quando conversamos, expelimos gotículas de saliva que podem estar infectadas. Se estiver difícil de se fazer entender, fale mais alto — sem se aproximar muito do interlocutor.

4) Deixar os óculos embaçados

É um sinal clássico de que ela não está bem acomodada ou tem um tamanho inadequado. Se os óculos estão embaçando, é porque muito ar está escapando pela parte de cima da máscara — o que favoreceria contaminações.

Outro ponto a respeito do escape de ar, mencionado no artigo do BMJ, é que ele gera um impulso de tocar nos olhos. Fique atento.

Algumas máscaras caseiras possuem uma espécie de arame ou estrutura que facilita o encaixe no nariz.

5) Adquirir máscaras grandes ou pequenas demais

Para que seja eficaz, ela precisa ficar bem presa ao rosto, sem escapes nas laterais. O Ministério da Saúde recomenda um tamanho padrão de 21x34cm para os adultos.

E para crianças, que tendem a mexer mais na máscara? “É necessário medir o rosto na altura do nariz e no queixo”, orienta Raquel.

6) Ficar muito tempo com a mesma máscara

Elas devem ser trocadas a cada duas horas ou sempre que estiverem úmidas. Pessoas com nariz entupido ou que falaram bastante tendem a deixar o equipamento molhado rapidamente.

O texto publicado pelos britânicos destaca que, no ambiente umedecido, o Sars-CoV-2 poderia permanecer ativo por mais tempo. Logo, se a pessoa estiver carregando o novo coronavírus no organismo, entra em um ciclo de expelir e inalar o vírus, o que levaria a um aumento de sua carga viral — fator que influenciaria na progressão da doença.

Mais importante do que isso, um tecido umedecido perde parte de sua capacidade de bloquear agentes infecciosos. Para se livrar de riscos desnecessários, faça as contas de quantas máscaras precisa levar ao sair de casa.

7) Guardar a máscara suja na bolsa ou no bolso

Ora, caso o Sars-CoV-2 esteja de fato ali, irá se espalhar para outras superfícies e objetos. “O certo é sair de casa com dois saquinhos, um para as limpas e outro para as sujas”, recomenda Raquel.

8) Fazer um X com os elásticos

É comum encontrar máscaras presas com os elásticos cruzados, formando um X na cabeça. Nessa posição, o tecido dobra, o que gera uma abertura na lateral do rosto por onde o coronavírus pode escapar.

Se o elástico estiver largo, melhor dar um nozinho. Ou buscar uma nova máscara.

9) Usar bandanas ou cachecol como máscara

Não há comprovação de que os acessórios ofereçam alguma proteção contra o novo coronavírus. O cachecol tende a ficar largo, abrindo espaço para a entrada de ar, assim como a bandana, com as pontas penduradas embaixo do queixo.

10) Deixar o nariz fora da máscara

Se o nariz é uma das principais portas de entrada do Sars-CoV-2 no organismo, para quê deixá-lo de fora? O tecido deve estar bem ajustado no início da cavidade nasal, mais próximo dos olhos — na pontinha do nariz, a proteção também fica prejudicada.

11) Compartilhar máscaras

O Ministério da Saúde reforça que elas são de uso individual. Mesmo sem sintomas, alguém pode estar com o coronavírus no corpo. Se ele dividir uma máscara com você, o risco de infecção cresce enormemente.

 

 

Fonte: Saúde / Editora Abril

Como se proteger do coronavírus

Foto: Reprodução / Internet

O coronavírus detectado na China, que foi nomeado pelos especialistas como COVID-19, tem provocando inúmeros casos de infecções respiratórias, já que pode ser transmitido facilmente pelo ar através das gotículas de saliva e secreções respiratórias.

Os sintomas do coronavírus são parecidos com os de gripe, podendo levar ao surgimento de tosse, febre, falta de ar e dor de cabeça. Uma vez que ainda não se conhece muito sobre a forma de atuação do vírus, as recomendações da OMS são que qualquer pessoa com sintomas que tenha estado na China ou em contato com alguém que possa estar infectado, coloque uma máscara e vá para o hospital.

Quanto às pessoas que não estão infectadas, as orientações são especialmente de tentar se proteger contra uma possível contaminação, o que pode ser feito com medidas como:

  1. Lavar frequentemente as mãos com água e sabão por, pelo menos, 20 segundos, especialmente depois de estar em contato com alguém que possa estar doente;
  2. Evitar frequentar locais públicos, fechados e com muita gente, como shoppings ou academias;
  3. Cobrir a boca e nariz sempre que precisar tossir ou espirrar, utilizando um lenço descartável ou a roupa, por exemplo;
  4. Evitar tocar os olhos, nariz e boca frequentemente e sempre que as mãos pareçam estar sujas;
  5. Utilizar máscara de proteção individual para cobrir o nariz e a boca sempre que precisar estar num local público fechado;
  6. Não compartilhar objetos pessoais que possam estar em contato com gotículas de saliva ou secreções respiratórias, como talheres, copos e escovas de dentes;
  7. Evitar o contato com animais selvagens ou qualquer tipo de animal que pareça estar doente;
  8. Cozinhar bem qualquer tipo de alimento, especialmente carne;
  9. Manter os ambientes fechados bem arejados, abrindo a janela para permitir a circulação de ar.

Além disso, se no hospital o médico também suspeitar de coronavírus, a pessoa precisará ficar em um local isolado até que se confirme a infecção, além de solicitar exames para verificar que tipo de vírus está causando os sintomas.

Se confirmada a infecção pelo coronavírus, a pessoa ficará internada recebendo soro na veia, para hidratação, e remédios para aliviar a dor e a tosse. O próprio corpo tem mecanismos de defesa para eliminar o vírus, no entanto, algumas pesquisas estão sendo realizadas para que medicamentos antivirais sejam utilizados nestes casos.

Acesse a matéria Como surgiu o Coronavírus e outras dúvidas comuns e assista o vídeo explicando como acontece a transmissão do coronavírus e como se proteger.

O que fazer em caso de suspeita

O novo coronavírus foi identificado em uma área específica na China e por isso, só existe suspeita da doença se a pessoa esteve neste local ou se manteve contato com alguma pessoa e/ou animal que possa estar infectado pelo vírus. Então, mesmo que uma pessoa apresente os sintomas, que são muito parecidos com os de gripe, não deve ficar em alerta se não esteve em contato com ninguém que tenha estado naquela região da China.

Entretanto, nas situações em que a pessoa viajou para locais com casos confirmados, por exemplo, e apresenta os sintomas, o recomendado é colocar uma máscara no rosto e procurar atendimento médico em um hospital.

No hospital, a pessoa com suspeita de coronavírus será colocada em um local isolado para evitar que o vírus se espalhe e, em seguida, serão feitos alguns exames de sangue, como o PCR, e coleta de secreções do nariz, que servem para identificar o tipo de vírus que está causando os sintomas.

Que máscara devo utilizar

Nas regiões fora do centro da epidemia, ou seja, fora da China o uso de máscaras do tipo “máscara cirúrgica” é uma medida suficiente para atrasar a transmissão de qualquer tipo de vírus que se transmita pelas gotículas de saliva, como o coronavírus. Isso porque, na maior parte dos casos, essas máscaras cobrem o nariz e a boca, evitando que as gotículas de espirros e tosse não fiquem espalhadas pelo ar.

No entanto, nas regiões de maior risco de infecção, em que já pode existir uma elevada carga viral no ar, além de evitar que o vírus se espalhe, também é importante evitar qualquer tipo de possível contato e, por isso, é recomendado utilizar uma máscara do tipo N95, N100, FFP2 ou FFP3, além de óculos de proteção, para proteger os olhos. Este tipo de proteção geralmente é usada no local do foco da infecção e pelos profissionais de saúde no hospital, quando em contato direto com doentes infectados.

Como se pega coronavírus

Os tipos de vírus da família coronavírus podem infectar animais, como camelos, morcegos e gatos e os primeiros casos do novo coronavírus, nomeado COVID-19, foram identificados em pessoas que tiveram contato com animais, por isso acredita-se que esse vírus tenha passado para as pessoas através destes animais. Veja quais são os tipos de coronavírus já identificados.

Entretanto, muitas pessoas infectadas com o novo coronavírus não estiveram em contato com animais, porém estiveram próximas de pessoas infectadas pelos animais, confirmando que é possível a transmissão de pessoa para pessoa por meio da inalação de gotículas respiratórias e contato com pessoas infectadas.

Assim, e à semelhança do que ocorre com a gripes, que se transmite da mesma forma, é importante tomar medidas de proteção como lavar frequentemente as mãos, evitar colocar as mãos nos olhos, nariz e boca, assim como evitar locais públicos com muita gente.

Assista o vídeo seginte e confira a importância destas medidas na prevenção de uma epidemia:

Como o vírus afeta o corpo

O coronavírus COVID-19 foi descoberto recentemente, por isso não se sabe ao certo o que pode causar ao corpo das pessoas, no entanto, os sintomas podem não ser muito fortes em pessoas com o sistema imune saudável, e este vírus pode parecer gripe ou resfriado simples.

Já em pessoas com doenças que afetam o sistema imune e que têm a imunidade baixa por causa de algum tratamento, como quimioterapia ou transplante de medula óssea, o novo coronavírus pode provocar sintomas parecidos aos de pneumonia, síndrome respiratória do Oriente Médio, chamada de MERS, e síndrome respiratória aguda grave, também conhecida pelas siglas SRAG ou SARS. Saiba melhor o que é SARS.

Qual o tratamento

Se confirmada a infecção pelo coronavírus o médico vai indicar que a pessoa fique internada em isolamento, para que não contamine outras pessoas, e será feito medicamentos para aliviar os sintomas de tosse, febre e dor, além de receber soro na veia para manter a hidratação do corpo.

Além disso, ainda não existem medicamentos específicos para eliminar o coronavírus do corpo, mas estudos estão sendo realizados para que sejam definidos quais remédios antivirais podem ser usados nestes casos. De qualquer forma, o corpo humano possui células de defesa que compõem o sistema imune e que combatem esses vírus naturalmente, por isso fazer repouso e uma boa alimentação pode fortalecer a imunidade e ajudar na eliminação do coronavírus.

Fonte: Tua Saúde

Como surgiu o Coronavírus e outras dúvidas comuns

Foto: Reprodução

Um misterioso novo vírus, apelidado pela OMS como coronavírus 2019-nCoV, parece ser o responsável por causar doenças respiratórias graves que têm infetado um número crescente de pessoas na China, tendo sido relatado um número de 200 casos no início de 2020, que entretanto já ultrapassou os mais de 5 mil casos e 80 mortos.

Este vírus apareceu pela primeira vez na China, mas também já foi identificado fora do país, em locais como a Tailândia, o Japão, a Coreia do sul, a França e até Estados Unidos da América. Embora ainda não se saibam muitas informações sobre o vírus, parece tratar-se de um novo tipo de coronavírus, semelhante àquele que causou a síndrome respiratória aguda grave (SARS) em 2002. Saiba mais sobre a síndrome respiratória aguda.

Os sintomas gerados por este coronavírus são muito semelhantes aos de uma gripe ou resfriado e incluem tosse, febre, cansaço geral e falta de ar. Segundo a OMS, pessoas que tenham estado na China ou que possam ter estado em contato com alguém que tenha viajado para a região e que apresentem sintomas devem colocar uma máscara, sobre a boca e nariz, e ir ao hospital para confirmar as suspeitas.

Mas que vírus é esse?

O vírus que está infectando um crescente número de pessoas na China é um novo tipo de coronavírus. Os coronavírus são um grupo de vírus conhecidos por causar doenças que podem ir de uma simples gripe a uma pneumonia atípica. Até ao momento de descoberta do novo vírus em 2019 na China, eram conhecidos 6 tipos de coronavírus.

Esse é um vírus semelhante ao que causou a epidemia de SARS em 2002, em que se registaram mais de oito mil casos, dos quais resultaram 774 mortes em todo o mundo. Saiba mais sobre os coronavírus e este novo tipo de 2019.

Como surgiu o vírus?

Os primeiros casos do coronavírus surgiram em Dezembro de 2019, em Wuhan, uma cidade da China. Ao que parece, os primeiros casos da infecção teriam acontecido de animais para pessoas, já que essa é uma das principais formas de transmissão dos vírus que fazem parte da família coronavírus. Além disso, os primeiros casos foram registrados apenas em pessoas que estiveram no mesmo mercado dessa cidade, onde se vendiam vários tipos de animais selvagens vivos, como cobras, morcegos e castores, que poderiam ter passado o vírus inicial.

Após esses primeiros casos, foram identificadas outras pessoas, que nunca tinham estado no mercado de Wuhan, mas que também estavam apresentando um quadro semelhante. Depois de algumas investigações, foi confirmado que essas pessoas embora não tivessem estado no mercado, tinham estado em contato com os primeiros infectados nos 10 dias antes do aparecimento dos sintomas, o que levou à hipótese de que o vírus também pode se transmitir de uma pessoa para outra.

Saiba mais sobre esse vírus, no vídeo seguinte:

Quais os sintomas?

Até ao momento, os sintomas descritos da infecção pelo coronavírus de 2019 são semelhantes aos de uma gripe e incluem:

  • Tosse seca;
  • Dor de cabeça;
  • Febre;
  • Dores musculares;
  • Cansaço excessivo;
  • Dificuldade para respirar.

Em alguns casos, especialmente de pessoas com sistema imune fragilizado, a infecção pode evoluir para uma pneumonia, o que pode provocar sintomas mais intensos.

O vírus pode matar?

Assim como qualquer vírus, o coronavírus de 2019 pode causar a morte, especialmente quando evolui para um situação de pneumonia grave. No entanto, e até ao momento, esses casos parecem acontecer apenas quando o tratamento não é feito de forma adequada, em pessoas mais idosas ou que tenham um sistema imune enfraquecido, como acontece em infectados pelo HIV, transplantados, pacientes com câncer ou a fazer tratamento com imunossupressores.

Como se transmite?

O modo de transmissão do vírus parece acontecer através do ar, ou seja, quando existe com contato direto da tosse ou espirros, através do toque com outra pessoa ou do contato físico com objetos e superfícies contaminadas. Por este motivo, e pelo fato de nesta altura do ano viajarem milhões de chineses para outros países, devido às celebrações do ano novo lunar, o surto colocou em alerta outros países. Saiba mais sobre a forma de transmissão do coronavírus.

Como se proteger do vírus?

Assim como acontece com a prevenção da transmissão de outros vírus, para se proteger do coronavírus é importante adotar algumas medidas, como:

  • Evitar contato próximo com pessoas que pareçam estar doentes;
  • Lavar frequentemente e corretamente as mãos, principalmente após contacto direto com pessoas doentes;
  • Evitar contacto com animais;
  • Evitar a partilha de objetos, como talheres, pratos, copos ou garrafas;
  • Tapar o nariz e boca quando se espirrar ou tossir, evitando fazê-lo com as mãos.

É seguro viajar durante a epidemia?

Fazer viagens durante qualquer tipo de epidemia é seguro, desde que não seja para o local onde existem os focos da doença. Ou seja, para evitar a infecção com o novo tipo de coronavírus é aconselhado evitar viajar para regiões da China que fiquem perto de Wuhan, que é a cidade onde existe o maior número de casos.

Além disso, pessoas que estiveram na região também não devem viajar para fora, já que podem ainda não estar apresentando sintomas, mas já estar transmitindo a doença.

Fonte: Tua Saúde