10 Benefícios da Drenagem Linfática

 

 

 

A drenagem linfática consiste em uma massagem com movimentos suaves, mantidas num ritmo lento, para evitar o rompimento dos vasos linfáticos e tem como objetivo estimular e facilitar a passagem da linfa pelo sistema circulatório.

A linfa é um líquido que circula no corpo limpando o sangue de impurezas, desempenhando o seu papel imunitário juntamente com os anticorpos do sangue mas que pode estar presente entre as células, causando inchaço e dor, em alguns casos.

Os principais benefícios da drenagem linfática são:

  1. Combater o inchaço e a retenção de líquidos;
  2. Ajudar no combate à celulite;
  3. Ajudar na recuperação de lesões musculares e articulares;
  4. Colaborar na cicatrização dos tecidos;
  5. Prevenir aderências cicatriciais após a cirurgia plástica;
  6. Reduzir os hematomas;
  7. Melhorar a circulação sanguínea, venosa e linfática;
  8. Oxigenar os tecidos de forma mais adequada;
  9. Colaborar para a eliminação das toxinas do corpo;
  10. Melhorar a auto-estima e consequentemente a qualidade de vida.

A drenagem linfática deve ser aplicada por profissional competente que utiliza as técnicas corretamente. As manobras que podem ser usadas incluem movimentos circulatórios com os dedos, círculos com o polegar, pressão e deslizamento em forma de bracelete, ou movimento de bombeamento. A drenagem pode ser feita em todo corpo, ou somente numa área de tratamento, dependendo da necessidade que a pessoa apresenta.

Indicações e contraindicações da drenagem linfática

A drenagem linfática manual pode ser útil para eliminar qualquer tipo de inchaço no rosto ou no corpo que podem surgir nas mais variadas situações. Quando a técnica é realizada com precisão, consegue eliminar o excesso de líquido que evidencia o inchaço, devolvendo-o para a corrente sanguínea, que após ser filtrado através dos rins, pode ser eliminado em forma de urina.

Assim, a drenagem linfática é indicada nos seguinte casos:

  • Durante a gravidez;
  • Após cirurgia plástica;
  • Após o tratamento do câncer para combater o linfedema;
  • Lesões e traumatismos nos músculos, tendões ou articulações;
  • Durante o período menstrual;
  • Após qualquer cirurgia;
  • Em caso de celulite;
  • Devido ao consumo excessivo de sal e pouca ingestão de água.

A drenagem linfática pode ser realizada com as mãos ou com o uso de aparelhos específicos para drenagem, presente em alguns consultórios, mas a drenagem linfática não deve ser realizada quando há acne severa, graus 3 ou 4 porque pode piorar as lesões ou quando existem feridas abertas, porque podem infeccionar. Após a cirurgia plástica a técnica deve ser realizada após a liberação do cirurgião plástico, normalmente após 24 ou 48 horas da cirurgia.

É possível fazer drenagem em caso de câncer?
É possível realizar a drenagem linfática manual com um fisioterapeuta mesmo em caso de câncer, e mesmo após a retirada de gânglios linfáticos, como acontece em caso de câncer de mama, por exemplo.

A drenagem linfática não espalha as células cancerígenas mas deve ser feita com técnica específica porque o sistema linfático passa a funcionar de forma diferente após a retirada de linfonodos, e a técnica mal aplicada pode ser danosa para o paciente, causando ainda mais desconforto. Assim, apesar de ser possível realizar a drenagem linfática em caso de câncer, deve-se ter cautela na escolha do profissional. Mas não é aconselhado para a drenagem com aparelhos, ou pressoterapia porque seu modo de atuação não pode ser modificado, como acontece com as mãos.

Dessa forma é possível fazer a drenagem linfática manual em caso de câncer ou suas complicações, como o linfedema, com um profissional qualificado, como o fisioterapeuta com formação específica em oncologia, sendo contraindicada a drenagem com aparelhos em clínicas de estética, por exemplo.

 

Fonte: Tua Saúde

 

 

Quais alimentos são ricos em ácido fólico?

Embora os mais conhecidos por terem ácido fólico sejam os vegetais de folhas verdes, para obtê-lo também podemos recorrer às frutas cítricas, lentilhas, brócolis ou frutos secos. Mas, lembre-se, será sempre melhor que os consumamos todos crus!

Foto: Reprodução/site.

A maioria das pessoas conhece o ácido fólico por sua recomendação para mulheres grávidas. No entanto, a verdade é que todos devemos incluir esse nutriente em nossa dieta habitual para termos uma boa qualidade de vida. Mas, para isso, precisamos antes conhecer quais são os alimentos mais ricos neste nutriente.

Embora atualmente esteja disponível em suplementos e produtos industriais, existem várias maneiras de consumi-lo de maneira 100% natural. Portanto, em seguida, queremos compartilhar os alimentos que fornecem ácido fólico e que você pode usar em suas receitas favoritas. Vem com a gente!

O que é o ácido fólico?

A primeira coisa que você precisa saber é do que se trata esse nutriente. É uma vitamina, especificamente a vitamina B9, que está envolvida na formação de hemoglobina e células, com um papel ativo na medula óssea. Portanto, é um complemento essencial para combater a anemia.

Dentre suas fontes alimentares, o encontramos em vegetais de folhas verdes, levedura de cerveja, legumes, frutos secos e grãos integrais. No entanto, muitas vezes o perdemos quando submetemos suas fontes a métodos de cozimento. Portanto, às vezes é difícil absorver a dose que o corpo precisa. Seu consumo durante a gravidez é decisivo para evitar deformações da placenta, anemia ou malformações no feto.

A dose mínima recomendada desse importante nutriente é de 100 mcg para homens e 180 mcg para mulheres por dia. No caso de mulheres que desejam engravidar, o valor dobra alguns meses antes.

Para que serve o ácido fólico?

Uma absorção adequada de ácido fólico pode servir para:

  • Ajudar na saúde celular: por exemplo, sintetizar DNA, formar proteínas complexas, curar feridas, manter as células saudáveis, o crescimento adequado do corpo.
  • Promover o desenvolvimento do feto: especialmente na coluna vertebral, no coração, no cérebro e no sistema nervoso.
  • Aumentar a fertilidade feminina: estudos mostraram que mulheres que consomem ácido fólico antes da concepção aumentam suas chances de engravidar, começando três meses antes.
  • Favorecer a formação de glóbulos vermelhos: evitando a anemia, mas também outras doenças relacionadas à quantidade de glóbulos vermelhos no sangue.
  • Melhorar a saúde do coração: neutraliza muitas doenças cardíacas, além de ajudar no tratamento da má circulação e na prevenção de ataques cardíacos.
  • Prevenir a depressão: pessoas com transtornos depressivos têm níveis muito baixos desse nutriente mas, ele, em doses adequadas, ajuda a melhorar o humor.
  • Atrasar a velhice precoce: e também algumas doenças neurodegenerativas se a dose diária indicada for consumida.

Alimentos ricos em ácido fólico

O mais proeminente é o espinafre, que fornece 63% dos valores que precisamos diariamente desse nutriente. Em segundo lugar, estão a acelga e, em terceiro lugar, a alface.

Leguminosas

Especialmente lentilhas e feijões são ricos nessa vitamina. As mulheres grávidas devem consumir esses alimentos semanalmente. Meia xícara de lentilha fornece 50% do ácido fólico necessário durante o período de gestação. Eles também são bons para combater a anemia devido ao seu teor de ferro.

Aspargos
São muitos os benefícios que contribuem para a saúde, principalmente em relação ao ácido fólico: mais de 60% da dose por xícara. Eles também são diuréticos por excelência, sendo recomendados em casos de retenção de líquidos e infecções urinárias.

Brócolis

Uma xícara desse vegetal fornece muito ácido fólico, mas também cálcio, fibras e vitamina C. Por isso, ele deve ser incluído na dieta sem dúvida.

Cítricos
Especialmente laranjas, mas também papaias e morangos. A contribuição é intermediária, mas se você os combinar com outros alimentos, eles podem ser úteis, especialmente se consumidos no café da manhã.

Abacate
É rico em fibras, ácidos graxos e ácido fólico. Uma xícara dessa fruta nos dá aproximadamente 30% do que precisamos diariamente.

Você costuma fornecer ácido fólico ao seu organismo através da alimentação? Se você não tiver certeza, enriqueça sua dieta diária com esses alimentos. Além disso, se estiver grávida ou em processo, verifique com seu médico as recomendações necessárias desse nutriente sensacional!

 

 

Fonte: Melhor com Saúde

Beber chá 3 vezes por semana reduz em 56% os riscos de doença cardíaca e derrames fatais, indica pesquisa

Resultados positivos são mais acentuados no consumo do chá verde, rico em polifenóis.

 

Beber chá verde ao menos três vezes por semana reduz em 20% os riscos de doença cardíaca e acidente vascular cerebral. — Foto: Divulgação

Beber chá ao menos três vezes por semana reduz em 56% os riscos de doença cardíaca e derrames fatais, em 39% os riscos de doença cardíaca e derrames e em 29% os riscos de morte por outras causas, indica uma pesquisa publicada nesta quinta-feira (9) no periódico “European Journal of Preventive Cardiology”, da Sociedade Europeia de Cardiologia.

“O consumo habitual de chá está associado a menores riscos de doenças cardiovasculares e morte por todas as causas”, afirmou o líder do estudo Xinyan Wang, pesquisador da Academia Chinesa de Ciências Médicas, de Pequim, na China.

Na análise por tipo de chá, foi observado que o consumo de chá verde – rica fonte de polifenóis – estava associado a riscos aproximadamente 25% mais baixos de doenças cardíacas e derrames incidentes, doenças cardíacas e derrames fatais e morte por outras causas.

“Estudos sugeriram que os principais compostos bioativos do chá, os polifenóis, não ficam armazenados no corpo por muito tempo. Por isso, a infestão frequente é necessária para ter um efeito cardioprotetor”, afirma outro autor do estudo, Dongfeng Gu, da Academia Chinesa de Ciências Médicas.

A pesquisa acompanha 100 mil pessoas, sem histórico de ataque cardíaco, câncer ou derrame. Alguns grupos têm sido monitorados há sete anos, outros há mais de oito anos. Os participantes foram separados em dois subgrupos: os que bebem chá habitualmente (três ou mais vezes por semana) e os que nunca tomam ou tomam com pouca frequência (menos de três vezes por semana).

Os resultados referentes ao chá verde podem estar relacionados à preferência da população chinesa por esta bebida – 49% dos usuários habituais de chá preferiam este tipo de bebida. Em relação a outros tipos de chá, não há amostra significativa para uma análise estatística.

Segundo os autores, outros estudos randomizados são necessários para confirmar os resultados e orientar as diretrizes alimentares.

Fonte: Portal de Notícias G1

Alteração da urina: aspectos a serem considerados

São várias as alterações que a urina pode sofrer. Não hesite em consultar seu médico caso sofra algumas delas.

 

A urina é um líquido formado nos rins logo após este ter filtrado os resíduos orgânicos e o excesso de água do corpo. Desde os rins sai pelos ureteres, um para cada rim, até a bexiga, local que é armazenada.

Normalmente, é composta por cerca de 96% de água e a quantidade restante de substâncias dissolvidas nela como a ureia, ácido úrico, creatinina, cloretos, etc. Todos estes componentes devem ser avaliados quando se tem uma alteração da urina.

Desde a bexiga, é expulsa para o exterior pela uretra. A bexiga é um órgão que, caso funcione normalmente, pode chegar a armazenar até 170-180 cc de urina em 3-5 horas.

Alterações da urina: diferentes aspectos

Alteração da urina por problemas na saída

Exame de urina. Foto: Reprodução

 

Os cálculos renais são um dos principais problemas que alteram a saída da urina.

A saída da urina pode estar alterada por uma série de fatores ou doenças. Por exemplo, pode estar obstruída, geralmente, por cálculos, mas também pode estar obstruída por diferentes tumores. Estas alterações não permitem que a bexiga se esvazie completamente.

Contudo, as complicações na saída da urina também podem ocorrer por doenças nos rins, principalmente quando o paciente sofre com insuficiência renal.

Também são problemas obstrutivos que interrompem a correta saída de urina as infecções no sistema urinário ou problemas no controle da bexiga, como a bexiga hiperativa ou a incontinência e a hipertrofia de próstata nos homens.

Alterações da urina por mudanças na composição

Como vimos anteriormente, a urina está composta principalmente por água, mas também contém outra série de elementos. Estes componentes podem estar aumentados ou reduzidos e indicarão que algo no organismo não está funcionando corretamente.

Por isso, nas análises de urina poderão ser medidos para ajudar a estabelecer um bom diagnóstico de algumas doenças. Entre as principais alterações dos componentes da urina podemos indicar:

  • Proteinúria: a urina tem os níveis de proteínas elevados. Pode ser sinal da presença de doenças como a diabetes, certas intoxicações, glomerulonefrite ou infecções de urina.
  • Glicosúria: é a presença de glicose na urina. Costuma ser indicativo de pacientes com a diabetes mal controlada e de algumas doenças renais.
  • Piúria: é a presença de pus na urina.
  • Hematúria: pode acontecer nas infecções urinárias, em cálculos ou em cânceres do aparelho urinário. Consiste na presença de sangue na urina.
  • Bacteriúria: pode ser sinal de infecção no aparelho ou nas vias urinárias. É a presença de bactérias na urina.

Alteração da urina por variações na quantidade

A quantidade expulsada de urina também pode variar. No caso em que não se produz nada, denomina-se anúria. Pelo contrário, caso tenha vontade de urinar ou a quantidade de urina aumentada, esta situação se denominará poliúria.

Outra alteração que pode aparecer é a oligúria. Nesse caso, nota-se que a quantidade de urina se reduz notavelmente a cada 24 horas. Também é bom mencionar a retenção de urina, que consiste na impossibilidade de eliminar a urina acumulada na bexiga.

Por fim, a incontinência de urina é a falta de controle sobre a emissão da mesma. Nesse caso, é difícil controlar a quantidade que é expulsa.

 

Alterações da urina por mudanças na cor

A cor normal da urina é amarela ou amarela clara. As alterações da urina com relação a sua cor mais comuns são, por exemplo:

  • Amarelo escuro costuma ser sinal de desidratação.
  • Laranja pode ser devido à ingestão exagerada de alimentos ricos em betacarotenos; bem como a certos medicamentos.
  • Vermelho ou rosa costuma ser pela presença de sangue na urina e, como explicamos anteriormente, aparece na situação de hematúria.
  • Roxa costuma aparecer em pacientes com uma sonda vesical devido à transformação de alguns pigmentos pelas bactérias que se encontram no tubo da sonda.
  • Esbranquiçada, também conhecida como albuminúria. Pode ser provocada pela presença de uma infecção urinária severa ou por uma fístula linfática, especialmente nos casos de neoplasia ou traumatismo abdominal.

Por fim, caso a cor tenha mudado durante mais de 3 dias, recomendamos procurar um médico. Esse realizará uma análise para diagnosticar o problema que causa a alteração. Além disso, é aconselhado submeter-se a um check-up caso apresente sintomas de alteração da urina.

 

Fonte: Melhor com Saúde